Tags:

o Coletivo da Rádio Livre Gralha convida todos e todas para uma inconfortável e deliciosa sessão de cineminha regada a cervejas e pipoca.

O filme que traremos neste domingo para debater é algo que para nós comunicadores populares e livres é de extrema importância. O filme de Helvecio Ratton UMA ONDA NO AR é um clássico sobre a liberdade de expressão, sobre a favela, sobre a rádio favela, sobre as rádios comunitárias, sobre a voz dos excluidos, sobre o Estado… enfim…

Espectro Livre e o Art. 223 da Constituição Federal do Brasil:
Por uma Lei de Meios da Latino America do século XXI

#ESC3
espectrolivre.org

Tags:
Diretamente de Curitiba, para um universo de galácteas, a Rádio Gralha subiu na rede.



Rádio Gralha | 106,1 MHz | Curitiba, Paraná
Tags:

Na quinta-feira(19) saímos em defesa da comemoração de aniversário da revogação do aumento da passagem em SP e como mote trouxemos a intervenção "Porque os porcos da mídia não querem tarifa zero".

__________________________________________________________________

POR QUE OS PORCOS DA MÍDIA NÃO QUEREM TARIFA ZERO?

III Mostra de Zines na UEA de Tefé

Nesta sexta, dia 16/5/14, tem mostra de zines, oficina de rádio livre, vídeos, palestras e bandas na UEA de Tefé a partir das 14h e noite adentro.

A insurgência de Flora Gonçalves entre as rádios livres e as antropologias - uma entrevista dialógica

Entre 23 de novembro de 2013 e 19 de março de 2014 fizemos uma entrevista dialógica Guilherme Gitahy de Figueiredo (Guile), doutorando no Museu Nacional da UFRJ com a pesquisa "Inventando autonomias no Médio Solimões: histórias de vidas, rizomas e rádios livres", e Flora Rodrigues Gonçalves, autora da dissertação de mestrado "Rádios Livres: As controvérsias ainda pairam no ar? Uma análise antropológica das novas relações sociais de radiodifusão", defendida na UFMG em 2010.

Tags:

O Coletivo da Rádio Grimpa convida à todos para a 1ª Oficina de Introdução ao Software Livre e a Segurança na Internet.Traga seu notebook para instalação do sistema operacional Ubuntu, ou traga um pendrive ou CD virgem para criarmos um boot.

Para mais informações: http://www.radiogrimpa.libertar.org/?p=102

Hoje, após uma noite de re-ocupação do estúdio da Rádio Muda, tomado covardemente pelas forças repressoras, continuamos com a programação de RE-ocupação!

25/02/2014 CINCO HORAS **DEBATE**

Com a presença de Fernando, da Fábrica ocupada Flaskô e Lila da Rádio Juventude + mudeiros.

Apareçam para reocupar a rádio conosco!

Vídeo da re-ocupação: https://vimeo.com/87568513

PROGRAMAÇÃO E OCUPAÇÃO CONSTANTE DA RÁDIO MUDA E CENTROS ACADEMICOS.

Na manhã de 24 de fevereiro de 2014 o coletivo da Rádio Muda foi atendido pelo chefe de gabinete da reitoria, Paulo Cesar Montagner, na ausência do reitor Tadeu Jorge, que está de férias.

Segundo a reitoria, o Ministério Público Federal foi o responsável pela invasão e confisco de todo o material presente no estúdio (equipamentos de transmissão, móveis, parede divisória, quadros, tomadas, entre outros). Apesar dessa afirmação, guardas da universidade foram vistos participando da retirada do material do estúdio. Ainda, segundo Montagner (conhecido como “Cesinha”, da Faculdade de Educação Física), a situação da Rádio Muda se tornou “insustentável” para a Unicamp, justificando dessa forma a tomada do espaço.

Após uma série de cobranças internas e externas, por sorte elas existiram, a Rádio Várzea Livre vem por meio desse comunicado se posicionar publicamente sobre um caso machismo ocorrido no ano de 2010 entre um casal de ex-membros do coletivo, conhecido como “caso Xavier”. Tal evento foi amplamente divulgado no campo da esquerda e reverbera até os dias de hoje.

Não nos cabe reconstituir os fatos. Apenas difundir uma autocrítica e algumas reflexões. Tendo em vista que um coletivo autogerido se constrói em movimento, ou seja, a partir de uma relação dialética entre reflexão e prática, não podendo ter medo de criticar a si mesmo e, sobretudo, receber criticas, julgamos necessário fazer a autocrítica dos erros da Rádio em alguns aspectos – não interessa se involuntariamente ou não – pelo fato de sermos um coletivo social, que ocupa um espaço público.

Syndicate content